Sunday, July 24, 2005
Depois do jantar, ele abandonava a mesa, desprezava o sofá, ignorava a televisão e desligava da conversa da mulher que acabava por se calar. Ficava um quase silêncio, não fosse a televisão. Os sons inaudíveis de crianças por nascer.
No ar fresco da noite, aspirando ávida mas calmamente o cigarro, aquela varanda transformava-se numa espécie de rampa.
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Ás vezes a "varanda" pode ser o mundo inteiro!
Pode ser os sorrisos e as palavras que gostaríamos de receber. Pode ser uma estrada linda que nos leva para longe da ausência de quem está mesmo ao nosso lado...
Pode ser os sorrisos e as palavras que gostaríamos de receber. Pode ser uma estrada linda que nos leva para longe da ausência de quem está mesmo ao nosso lado...
A varanda transformava-se numa rampa, a morte mesmo ali ao pé...A morte da própria alma acizentada pelos próprios pensamentos. Dá que pensar...
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